Abril 08 2011

 

Os radicais da ONU querem que se abortem aos bebês africanos

 

Os bispos de África imploram ajuda

 

Ajude-nos à ajudá-los!

 

7 de abril de 2011

 

Estimados Amigos:

 

Rompe o coração inteirar-se de como os impulsionadores do aborto apontam às famílias e às crianças africanas. Eles estão entre as pessoas mais pobres do planeta.

 

Os ricos e poderosos da ONU e de grupos anti-vida estão esparramados em toda a África e coagindo os africanos a aceitar o aborto como forma de vida.

Esta gente pobre é, em grande parte, vulnerável frente ao imenso poder de Planned Parenthood, do Centro de Direitos Reprodutivos, do Fundo de População da ONU e dos países europeus ricos.

 

Porém são precisamente estas organizações as que cuidam das  crianças africanas em gestação.

 

Sabia você que a Igreja está florescendo na África? Está crescendo rapidamente já que missionários de todo o mundo estão ajudando os africanos a conhecer o Evangelho, a Cristo e a Igreja.

 

Eles são irmãos e irmãs cristãos submetidos a ataques por causa de sua fé e de seu amor pelas famílias numerosas.

Isto é o que disse o presidente da Conferência Episcopal Sul Africana pouco tempo atrás:

 

A África «está sendo fortemente pressionada pelo liberalismo, pelo secularismo e os lobistas que estão grudados nas Nações Unidas» e  representam «uma segunda onda de colonização, sutil e implacável ao mesmo tempo».

 

O Arcebispo de Accra, Charles Palmer-Buckle, foi igualmente enfático. Disse que existe uma «campanha deliberada» para pressionar a África a que aceite práticas como o aborto e a homosexualidade, que partem de «um lobby em particular que considera os valores africanos como uma ameaça para a "nova ética mundial" proposta pela ONU, pelo Banco Mundial, pelo FMI e até pela União Européia».

 

Isto é o que disse o Sínodo dos Bispos da África:

«Armados de boa informação e do magistério social da Igreja, devem assegurar-se de que as boas idéias não sejam sequestradas pelos traficantes de ideologias extrangeiras e moralmente venenosas sobre o gênero e a sexualidade humana».

 

DEVEMOS AJUDÁ-LOS! E PODEMOS FAZÊ-LO!

 

A maioria de nós não pode ir para a África para ajudar a estes bons cristãos. A maioria de nós não tem o tempo ou o dinheiro necessários para fazer esta classe de esforço heróico e defendê-los do que gosto de chamar «a esquerda pélvica» que parece estar interessada em envenenar as mentes dos jovens africanos e em destruir a família africana.

 

Porém pode ajudá-los ajudando-nos a nós, porque os defendemos cada dia nas Nações Unidas!

Friday Fax, publicado por C-FAM, está na ONU dia a dia lutando contra quem pode fazer dano aos bebês africanos.

 

Nós expomos a agenda da ONU cada semana mediante dois artigos de notícias impactantes que são lidos por mais de 500 mil pessoas em todo o mundo, incluindo um importante número de leitores na África.

 

Em alguos casos, Friday Fax é a ÚNICA FONTE DE NOTÍCIAS que os africanos recebem sobre como os radicais da ONU apontam para seu país.

Alertamos o mundo e a nossos irmãos e irmãs africanos para que possam armar-se de fato, de dados científicos e jurídicos, para defender-se de quem pode fazer-lhes dano.

 

Friday Fax apresenta artigos noticiando cada semana, notícias que jamais tivessem saído à luz se não fosse por nossos cinco periodistas intrépidos que são expertos em obter as notícias anti-vida e anti-família na sede da ONU.

 

Nossos repórteres usam credenciais oficiais da ONU. Tem praticamente acesso irrestrito à sede das Nações Unidas, a suas negociações e aos documentos e informações que se utilizam contra os bebês africanos.

 

Nossos periodistas tem amplos contatos na comunidade da ONU, inclusive dentro da comunidade diplomática, e também amigos dentro das mais altas esferas da Secretaria das Nações Unidas. Muito poucas notícias não nos passam.

 

Os bispos africanos tem poucos amigos melhores que os repórteres de Friday Fax. De fato, nos interessamos por eles porque outras pessoas desse continente tão assediado dizem que dependem absolutamente de Friday Fax para interar-se do que lhe está sucedendo em seus países e sua gente.

 

 

 

publicado por emtudosomenteavontadededeus às 17:23

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