Agosto 20 2013

 


Mulher criada em ambiente homossexual, pede aos governos proteção para o matrimônio natural


Dawn Stefanowicz
IMPACTANTE TESTEMUNHO: MULHER CRIADA POR HOMOSSEXUAL PEDE AOS GOVERNOS PROTEGEREM O VERDADEIRO MATRIMÔNIO

(Fonte: ACI, Taringa)

Uma mulher canadense que foi criada em um lar homossexual se dedica agora a atender outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejan o matrimônio entre homem e mulher.

Segundo informa a ForumLibertas.org, Dawn Stefanowicz vive em Ontário, Canadá, com seu esposo de toda a vida e seus dois filhos, que educado em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial no site da web (em inglês) http://www.dawnstefanowicz.com/:

Fornece ajuda a outras pessoas que como ela cresceram com a carga de um pai homossexual e foram expostas a este estilo de vida.

Stefanowicz explica no site da web “como em sua infância esteve exposta a trocas de pares gays, praias nudistas e a falta de afirmação em sua feminilidade, como lhe feriu o estilo de vida que cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em um entorno de ‘família’ gay, um estilo de ‘família’ que ela não deseja para ninguém e que crê que as leis não deveriam apoiar”.

Seu testemunho:

Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a uma enfermidade grave de sua mãe teve que ficar aos cuidados de seu pai homossexual quando ainda era uma menina. “Estive exposta a um alto risco de enfermidades de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai e aos numerosos parceiros”, relata.

“Inclusive quando meu pai estava no que pareciam relações monógamas, continuava fazendo ‘cruising’ buscando sexo anônimo. Cheguei a me preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão meu pai. Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Desgraçadamente, sendo menino alguns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Por causa disto, viveu com depressão, problemas de controle, crises de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentava satisfazer sua necessidade para o afeto de seu pai, para sua afirmação e atenção, com relações promíscuas e transitórias. Os (ex) parceiros de meu pai, com os quais tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas vidas drasticamente encurtadas pela AIDS e o suicídio. Tristemente, meu pai morreu de AIDS em 1991″, recorda.

Segundo Stefanowicz as “experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, a autoridade, o matrimônio ou o amor paterno. Sentia-me temerosamente silenciada porque meu pai não me permitia falar dele, seus companheiros de casa, seu estilo de vida e seus encontros nessa sub-cultura. Enquanto vivi em casa, tive que viver segundo suas regras”.

“Sim, amava meu pai. Porém me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava sempre para ficar vários dias com seus companheiros. Seus parceiros realmente não se interessavam por mim. Fui machucada pelo maltrato doméstico homossexual, as tentativas sexuais com menores e a perda de parceiros sexuais como se as pessoas fossem só coisas para usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos”, sustenta.

Stefanowicz recorda que “desde tenra idade, me expus a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, sub-culturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando era menina. Eu me expus a manifestações de sexualidade de todo tipo incluindo sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo. Aludia-se ao sado-masoquismo e mostravam alguns aspectos. As drogas e o álcool sempre contribuíam para baixar as inibições nas relações de meu pai”.

“Meu pai apreciava o vestir unisex, os aspectos de gênero-neutro, e a troca de roupas quando eu tinha 8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementárias entre homem e mulher. Nem pensava sobre o matrimônio. Fiz votos de não ter nunca filhos, porque não cresci em um ambiente de lar seguro, sacrificial, centrado nas crianças”, assinala.

As consequências:

“Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa auto-estima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danadas. Fui testemunha de que todos os outros membros da família também sofriam”, sustenta Stefanowicz.

Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou perceber como foi afetada crescendo nesse ambiente.

“Minha cura implicou em olhar de frente a realidade, aceitar as consequências a longo prazo e oferecer perdão. Podem imaginar serem forçados a aceitar relaciones instáveis e práticas sexuais diversas desde tenra idade e como afetou meu desenvolvimento?. Desgraçadamente, nem meu pai, seus parceiros sexuais e minha mãe morreram, não pude falar publicamente de minhas experiências”, explica.

“No final, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimênio legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a meninos inocentes sem voz? Governos e juízes devem defender o matrimônio entre homem e mulher e excluir todos os outros, para o bem de nossas crianças”, conclui,

http://circuloatenea.wordpress.com/2013/08/08/mujer-criada-en-ambiente-homosexual-pide-a-los-gobiernos-proteccion-para-el-matrimonio-natural/

publicado por emtudosomenteavontadededeus às 20:48
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