Março 25 2011

SÓROR AGNES SASAGAWA

 

(continuação da mensagem de Akita)

 

Certo dia, a figura de madeira se iluminou com uma luz branca sobrenatural, que a envolvia por completo.

 

Toda a capela exudava um penetrante olor de flores. Era 29 de septiembre, festa de são Miguel Arcanjo, padroeiro do Japão.

 

A partir de janeiro de 1975, a imagem começou a lacrimejar; até que concluiu em 1981, num total de 101 vezes. A primeira vez, o anjo comunicou à sóror Agnes: "Não te surpreendas de ver a Santíssima Virgem Maria chorar. Uma só alma que se converta é preciosa para seu Coração. Ela manifesta sua dor para avivar vossa fé, sempre tão inclinada a debilitar-se. Agora que haveis visto suas preciosas lágrimas, e para consolá-la, fala com coragem, estende esta devoção para sua glória e a de seu Filho".

 

Finalizando os prodígios, uma mulher coreana se curou de um câncer terminal enquanto rezava diante da imagem. E em outubro de 1974, um ano depois da última aparição da Virgem, sóror Agnes se curou de sua surdez, primeiro durante seis meses e mais tarde -ficou penitencialmente surda de novo- definitivamente.

 

Em 22 de abril de 1984, depois de exaustivas investigações, o bispo de Nigata, John Sojiro Ito, determinou sem lugar para dúvidas que as aparições eram verdadeiramente sobrenaturais e dignas de todo crédito.

publicado por emtudosomenteavontadededeus às 16:14
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Março 25 2011

 

 

 

 

 

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The International Organizations Research Group (IORG) was established in 2001 at Catholic Family & Human Rights Institute (C-FAM) in New York City.

 

IORG is dedicated to advancing a deeper understanding of social policies advanced at the international level in order to protect and promote better national policies regarding human life, the family, religious freedom, and human rights.

 

 

 

 

 

 

Volume 14, Número 13

 

 

11 de Março de 2011

 

 

Chile e a Santa Sé fazem chamado à comisão da ONU para proteger às crianças em gestação

 

 

Por Lauren Funk

 

 

NOVA YORK, 11 de março (C-FAM) A audiência da ONU escutou absorta a uma representante chilena dizer: «O respeito pela vida humana é a chave para reduzir a mortalidade materna» e admoestar à quem promove a legalização do aborto como solução para preveni-la.

 

 

A chilena falou durante a sessão da Comissão da ONU sobre a Condição da Mulher, conferência anual de duas semanas de duração que atrai a uma vintena de militantes abortistas. Apesar de que o tema deste ano foi a educação, a ciência e a tecnologia, o aborto se impôs em grande parte do debate.

 

 

A delegada chilena se pronunciou contra o aborto durante uma discussão sobre a redução da mortalidade materna. A embaixadora citou um recente estudo que demonstra que depois de que o Chile proibiu o aborto terapêutico em 1989, a mortalidade materna nesse país diminuiu em uns 88 por cento. «A legislação que protege a vida dos nascituros não incrementa a mortalidade materna», disse para a assembléia.

 

«A causa da diminuição da mortalidade materna no Chile é a promoção da gravidez segura, não [a promoção] do aborto», afirmou. Isto se materializa em programas que apontam para a assistência da saúde da mãe e da criança durante a gravidez, o nascimento e ao longo dos primeiros cinco anos de vida do infante.

 

 A delegada chilena qualificou de «falaz» a idéia de que a legalização do aborto conduzirá à diminuição da mortalidade materna, desafiando assim diretamente a opinião geral da comunidade internacional.

 

 

Do aborto passou-se para outro debate da Comissão sobre a Situação da Mulher referindo-se à violência contra as crianças. Durante esta reunião, a delegação da Santa Sé se manifestou contra o aborto seletivo em função do sexo. Estima-se que a seleção sexual pré-natal, forma de violência contra as meninas que normalmente passam por alto muitos formadores de políticas, de conta da perdição de 100 milhões de bebês de sexo feminino, assegurou a Santa Séa à assembléia.

 

 

«Reconhecer a dignidade intrínseca e o valor das crianças desde o momento da concepção em diante é a forma de eliminar a discriminação e a violência contra as mulheres», disse o delegado da Santa Sé à comunidade internacional, fazendo referência às conclusões acordadas numa sessão prévia da comissão na qual se instou aos estados a combater a seleção sexual pré-natal.

 

 

A comissão também apresentou um enérgico debate em torno do significado da palabra «gênero». No sistema da ONU há quem a define como uma construção social, apesar de que a Assembléia Geral o fez do modo mais característico como referente a «masculino e feminino».

 

 

A Comissão sobre a Condição da Mulher é uma das comissões das Nações Unidas que se reúne desde janeiro até o término da primavera boreal. Estas elaboram documentos não vinculantes que mais tarde são recolhidos pela Assembléia Geral.

 

 

publicado por emtudosomenteavontadededeus às 12:09
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